Música por um planeta melhor

domingo, 27 de julho de 2008




Por que não música para incentivar a preservação do meio ambiente?

O Projeto Música Verde reúne tudo o que podemos fazer para melhorar o mundo e ainda mais: um CD homônimo, recém-lançado por Paulinas-COMEP, com sugestões sobre como "salvar" o planeta, atitudes nada mirabolantes, pelo contrário, simples, práticas, à mão de qualquer criança, jovem ou adulto...

Quem busca "semear" as músicas didático-ambientais são: Val Cassiano, Edson Galvão, Márcio Silva, Adilson Suzano e Reginaldo Mil.

Didático, o álbum traz dez canções com variados ritmos, que falam de forma lúdica, entre outros temas, sobre respeito ao ambiente, reciclagem, desperdício de água e uso equilibrado dos meios de transporte...

O desafio é a mudança de comportamento das pessoas. Espero que tenham muito sucesso!!!



O contato deles é: musicaverdepontocom@hotmail.com e os telefones: 21 3455-8162 / 21 9839-4717 Ulisses Calazans


http://musicaverde.com/index.html



Eles fazem apresentações em todo o Brasil!!!

Mais uma consideração

Recebi o selo Masterblog da Nany, do Utopia de Emily. Obrigada por mais uma lembrança! O seu blog é um dos que mais visito... sucesso pra você.





O meus indicados são:


Quero ser verde! - Ótimo blog sobre meio ambiente. Trata os assuntos de maneira fácil e não enjôo de ler...

Blog do Shark - divertidíssimo!

Via Paralela - do queridíssimo Arthur. Sei que já deve ter recebido esse selo, mas não canso de premiá-lo.



Fiquem à vontade em repassar ou não!

Saiba quem são os senadores amigos dos grileiros

domingo, 13 de julho de 2008

Agora é oficial. A vergonhosa medida que premia os grileiros, promovida pelo governo Lula na forma de medida provisória (MP 422), virou lei. O saque do patrimônio público é oficializado por iniciativa do governo Lula e aval do Congresso. O assalto às florestas virou também política pública oficial, sendo que a principal condição para a regularização da grilagem é demonstrar a existência de cultivo.

A Medida Provisória nº 422, de 25 de março de 2008, é uma nova redação da Lei 8.666, de 21 de junho de 1993, e institui normas para licitações e contratos da administração pública.
Em 1993, a Lei permitia a regularização de posse de até um módulo rural sem licitação. A área do módulo varia em cada município e pode chegar a no máximo 100 hectares. Em 2004, ela foi alterada e passou a ser de até 5 módulos.
Com a assinatura e aprovação desta MP, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) pode permitir a posse de terras de até quinze módulos rurais na Amazônia Legal.

A sociedade brasileira deverá guardar os nomes dos que votaram a favor desta medida, assim como daqueles que se opuseram. Que esta lista seja divulgada no Brasil e no mundo, que seja reproduzida em ocasião de todas as eleições vindouras, que se torne um marco para registrar quem defende o patrimônio nacional e quem promove sua destruição.

Clique aqui e veja a lista de quem votou a favor e contra a medida e, por favor, não votem nesses inúteis.

O vídeo abaixo faz parte de uma campanha do Greenpeace contra a MP 422.










Fontes: Amazonia.org.br e Portal do Meio Ambiente

Deficientes produzem papel ecológico que se transforma em planta

quarta-feira, 9 de julho de 2008

"No momento em que responsabilidade social e desenvolvimento sustentável fazem cada vez mais parte do cotidiano das empresas e das pessoas, um programa realizado em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, procura unir as duas questões. O Projeto Tear – Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, desenvolvido em parceria por iniciativa privada, terceiro setor e poder público local, ensina portadores de deficiência mental a como produzir papel ecologicamente correto, que após ser utilizado é cultivado na terra e se transforma em uma planta.

A responsável pela idéia foi a socióloga Rosemeire de Almeida, que é monitora das oficinas de papel do Projeto Tear. A proposta de confeccionar o material surgiu para atender à solicitação de uma grande rede de supermercados, presente em vários estados brasileiros — ela e o grupo de deficientes que participam da oficina realizaram uma série de experiências até chegar ao papel 100% ecológico.

O produto, que tem entre seus ingredientes sementes de grama, apresenta um tempo curto de decomposição. Ele se desfaz na terra em 10 a 12 dias. “Plantamos papel e daí nasce a grama. Isso ocorre porque o papel é recheado com sementes de grama, que permanecem vivas durante a fabricação e o uso do material”, relata a monitora. Além disso, a confecção não passa por nenhum processo químico, diferentemente dos modelos elaborados pelo Tear a partir de fibras retiradas de folhas de alface, cascas de cebola, tronco de bananeira, coco verde e de talos de beterraba e de couve-flor.

O “papel que vira planta” tem mesmo custo do material feito com fibras: cerca de R$ 0,90 por folha. “O que fazemos é uma prova viva de que as pessoas precisam aprender a reciclar os materiais usados no dia-a-dia. Afinal, se cuidarmos do meio ambiente, a natureza sempre responderá positivamente”, afirma Rosemeire de Almeida.

O papel ecologicamente correto, assim como outros produtos confeccionados pelos portadores de deficiência mental, pode ser adquirido de segunda à sexta-feira, das 7h às 17h, na sede do Projeto Tear (Rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, Vila Moreira, Guarulhos/SP). O programa, criado em 2003, é uma parceria entre o Laboratório Pfizer, a Associação Cornélia Vlieg e a prefeitura de Guarulhos. A iniciativa atende a cerca de 100 deficientes mentais por meio de terapia ocupacional e oferece apoio familiar. O objetivo é promover a inclusão social dos pacientes por meio de oficinas profissionalizantes."


Olha só que projeto legal! Une a preservação do meio ambiente com a integração social de deficientes. Ainda bem que somente a minoria dos brasileiros são corruptos, desonestos, e me sinto bem melhor sabendo que no meu país existem pessoas boas e inteligentes.

Será que agora alguém acorda?

"Humanidade tem 7 anos para estabilizar emissões, diz ONU


O presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas, Rajendra Pachauri, afirmou que a humanidade tem apenas sete anos para estabilizar as emissões de gases que causam o efeito estufa. "Temos uma janela de oportunidade de apenas sete anos, pois as emissões terão que chegar ao máximo até 2015 e diminuir depois disso. Não podemos permitir um atraso maior", afirmou. Pachauri disse a ministros da União Européia, que participam de uma reunião de dois dias em Paris, que as tentativas de enfrentar o problema vão fracassar se o bloco não assumir a liderança nas negociações mundiais. "Se a União Européia não liderar, temo que qualquer tentativa de fazer mudanças e de gerenciar o problema da mudança climática vai desmoronar", disse. "Vocês não conseguirão trazer os Estados Unidos, a América do Norte (para as negociações). Vocês não conseguirão trazer outros países do mundo também."

A União Européia quer limitar o aquecimento total desde a época pré-industrial a dois graus, objetivo também estabelecido por muitos cientistas. Pachauri também alertou para esta meta, pois, segundo ele, estão surgindo provas de que a mudança climática está se acelerando mais do que o previsto. Ondas de calor e enchentes estão aumentando e as temperaturas subindo, o que causa o derretimento das geleiras. Atualmente estão ocorrendo negociações para um novo acordo global que possa substituir o Protocolo de Kyoto, quando seu prazo de vigência for encerrado em 2012. Em 2007 o IPCC e o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore dividiram o prêmio Nobel da Paz, pelo trabalho de pesquisa e alerta a respeito do aquecimento global. "

Fonte: Portal do Meio Ambiente


Tomara que realmente tomem uma atitude... Quero que meus filhos usufruam de um planeta em condições de se viver...

Casa eficiente

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Ando meio sumida, estou trabalhando demais.... Agora que tive tempo para fazer minhas pesquisas ambientais, achei um joguinho muito legal que ensina como deve ser um consumo consciente de energia em casa. A "casa eficiente" é um jogo virtual criado para conscientizar as pessoas do impacto do desperdício de energia nas mudanças climáticas. O desafio é encontrar maneiras de economizar energia e diminuir os danos ao meio ambiente. Cada mudança de hábito garante mais pontos ao jogador. Vence o jogo quem diminuir ao máximo o nível de desperdício na casa.





Ao navegar pela casa você também encontra dicas de economia de energia, utilizando melhor os aparelhos que tem em casa. Para terminar o jogo, você deve pegar a chave para ligar o carro. Estranho? Clique no link abaixo, jogue e veja o desfecho...