Rede Wal Mart lança as "ecobags" para contribuir com o encerramento do uso de sacolas plásticas

quinta-feira, 26 de junho de 2008


Lançada no dia 15 de maio, campanha do Wal-Mart, parceiro estratégico do Akatu, realizada com a colaboração do Instituto, promove a venda de sacolas ecológicas retornáveis. A iniciativa faz parte de um amplo projeto de incentivo ao consumo consciente dirigido aos clientes da rede em todo o país. Feitas de algodão cru, as sacolas têm 50 centímetros de largura por 50 de altura, e são capazes de suportar até 35 quilos. A “ecobag” é vendida por R$ 2,00 e representa uma alternativa de baixo custo à sacola de plástico, tradicionalmente usada para carregar as compras de supermercado.

Continue lendo a reportagem no site do Instituto Akatu

A rede Assai de atacadistas além de vender "ecobags" cobra R$ 0,12 por cada sacolinha plástica, caso o cliente queira usar e o dinheiro arrecadado vai para instituições de caridade.

8 coisas que podemos fazer para salvar o clima do planeta

quinta-feira, 19 de junho de 2008


É obrigação de todo ser humano cuidar do planeta para evitar uma tragédia maior com o clima. A natureza já vem dando muitos sinais de que não está gostando do modo como a tratamos. Vejam o que cada um pode fazer, são pequenas ações que resultarão num grande ganho:



1 - Ajude a pressionar o governo. O Brasil é o quarto ou o sexto (dependendo da estatística) maior emissor de gases de efeito estufa e quase 70% de suas emissões estão relacionadas com queimadas e desmatamentos. O Brasil precisa estabelecer metas de redução. Firme o abaixo-assinado da Campanha e mande emails ou telegramas para o Palácio do Planalto. Lula: queremos o Brasil no Clima!

2 - Ajude a circular pela internet matérias, opiniões e manifestos sobre otema. Converse com os amigos e familiares.

3 - Plante árvores. Elas absorvem carbono.

4 - Troque o automóvel pela bicicleta, uma vez por semana. Se for difícil prá você, uma vez de 15 em 15 dias, ou de mês em mês.

5 - Economize energia elétrica. Isso é fundamental nos países que operamusinas elétricas à carvão ou óleo combustível. A base energética do Brasil é hidroelétrica mas o aumento demanda pode levar a construção de novas termoelétricas. Economizar energia elétrica é sempre bom para o seu bolso!

6 - Diminua seu consumo de carne. A pecuária contribui direta e indiretamente para o efeito estufa.

7 - Interesse-se pelo lixo em seu município. Se ele ainda usa vasadouro(lixão) ou um aterro que não elimine ou reutilize o gás metano, proteste e pressione a prefeitura local.

8 - Não vote em políticos de partidos que sejam contrários ao estabelecimento de metas de redução de emissões ou abriguem representantes dos setores do agrobuisness, da pecuária, dos madeireiros e dos ruralistas que desmatam e queimam a Amazônia.


Fonte: Portal do Meio Ambiente

Ausência

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Perdoem-me pela ausência de uma semana... minha vida está tão corrida, é faculdade, curso de italiano, trabalho, alguns outros probleminhas... que não estou conseguindo postar nada. Mas prometo que essa semana ainda vou retomar meu ritmo!
Beijos a todos.

Catálogo Sustentável

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Queijos, carnes, geladeiras, móveis para escritório e até tintas ecológicas. Quem está em busca destes, entre outros muitos tipos de produtos, em versão de baixo impacto ambiental, já tem a disposição uma ferramenta prática, confiável e gratuita para buscar on line por opções disponíveis no mercado em sua região do país: é o Catálogo de Produtos e Serviços Sustentáveis, da Fundação Getúlio Vargas.


A página de busca na internet foi desenvolvida pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (GVces), com o apoio do Banco Real ABN AMRO, Parceiro Pioneiro do Akatu, e pretende estimular a adoção de boas práticas, ao promover o consumo racional e eficiente através da divulgação de produtos e serviços sustentáveis.





Os critérios utilizados para classificação até o momento são exclusivamente ambientais e estão agrupados em grandes áreas, como, por exemplo: eficiência energética; origem renovável do recurso; toxicidade; biodegradabilidade; solubilidade em água; gestão de resíduos; impactos globais; racionalização etc. A partir de agora, o centro de pesquisas pretende elaborar também os critérios que avaliem os aspectos sociais, tais como saúde, educação, emprego, comunidades tradicionais, entre outros. No site o consumidor encontra descrição em maior detalhe do processo de classificação atualmente utilizado pelo catálogo.

Vale dar um toque: quem está interessado em maximizar os aspectos positivos de seu ato de consumo e, ao mesmo tempo minimizar os negativos, é recomendado que fique atento aos critérios de sustentabilidade utilizados no catálogo na hora de escolher o que comprar, no seu dia a dia. Inclusive quando for comprar produtos tradicionais - não classificado como sustentáveis.


O catálogo está disponível no site: http://www.catalogosustentavel.com.br/





Fonte: Portal do Meio Ambiente

Pane no sistema, alguém me desconfigurou...

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Venho informar que, depois de quase ter tido um enfarto por causa do novo template desse blog, resolvi alterá-lo novamente. Não sei o que aconteceu, ele perdeu todas as suas cores e aquelas árvores lindinhas da parte superior. Fora que quase perdi meus posts. Tentei reinstalá-lo mas não adiantou. Enfim... Não achem estranho se estiver faltando coisas quando acessarem a página, ela está em manutenção.

Beijos a todos

Renata

O que devemos comemorar no Dia Mundial do Meio Ambiente?

quinta-feira, 5 de junho de 2008


Li um texto do biólogo Osmar Pires Martins Júnior, no site Portal do Meio Ambiente, e achei perfeito para postar hoje, e aproveitar e participar da blogagem coletiva proposta pelo blog Faça a sua Parte.



"Os globais têm muito o que comemorar no Dia Mundial do Meio Ambiente. No aspecto da flora, por exemplo, vamos brindar por uma taxa mundial de desmatamento de 5%. Isto corresponde à área de um campo de futebol a cada dez segundos, só na Amazônia, na última década. Na seara faunística, vamos comemorar o desaparecimento de 30% das populações de vertebrados nas últimas três décadas. De cada dez espécies de animais de maior porte que eram vistas no Cerrado pelas crianças na década de 1970, três delas desapareceram e não serão vistas pelas gerações atuais. Isto é, estamos livrando-as do infortúnio de um contato indesejado com uma onça pintada, por exemplo.
Em Goiás, temos a comemorar a extinção da Agência Goiana do Meio Ambiente, órgão responsável pelo monitoramento, licenciamento e fiscalização ambiental no estado. Trata-se de um "dinossauro", criado em outra era, no início da década de 1970. Nesta época, os industriais pensavam que tinham o direito de poluir em nome da geração de empregos; os fazendeiros, que podiam desmatar e jogar veneno à vontade em nome da produção de alimentos. Hoje, não pensam mais assim. Então, prá que serve um órgão de controle da qualidade do meio ambiente? Todos querem sombra fresca, ar puro e água limpa. E isto, todos temos, sem precisar de mais um órgão público. A extinção do órgão de controle ambiental não foi discutida no Conselho Estadual do Meio Ambiente, nem com a universidade e nem com qualquer setor da sociedade. Foi uma decisão política, imposta à Assembléia Legislativa pela maioria governista. O órgão foi extinto, mas não se criou nada no lugar. O Sistema Estadual do Meio Ambiente ficou anômalo, sem o órgão responsável pelo controle do desmatamento do cerrado, fiscalização, monitoramento da poluição e licenciamento de atividades poluidores. A secretaria estadual (Semarh) é órgão da administração direta, subordinada ao secretário da Fazenda. Assim, amarras burocráticas do tipo não foi liberado o carro para atuação fiscal, permitirá o retorno à movimentação anual de 30 mil caminhões carregados de carvão nativo para abastecer as siderúrgicas mineiras. E isto não é bom? Afinal, os carvoeiros empregam crianças, mulheres grávidas e dão muitos votos para os prefeitos das cidades do nordeste goiano que elegem representantes atuantes no parlamento goiano.
Interessa é que a Agência foi extinta em nome da "reforma administrativa", visando enxugar gastos públicos e conter um déficit mensal de cem milhões de reais nas contas do estado, conforme anunciado na grande mídia. A ponta do iceberg do déficit nas contas públicas é o rombo na Companhia Elétrica do Estado de Goiás de bilhões de reais. O que está abaixo da superfíce e não se vê é o resultado de anos de desmandos na administração do estado. Agora, pagando esta conta, elimina-se um órgão ambiental, cuja receita sempre foi contigenciada: são centenas de milhões de reais, oriundos da compensação ambiental, que estão depositados no Fundo Estadual do Meio Ambiente. Estes recursos nunca foram aplicados na regularização fundiária dos parques ou na proteção da biodiversidade ou na informatização do sistema de licenciamento ambiental. Não há um só parque implantado em Goiás custeado pela compensação ambiental. Este recurso corresponde a, no mínimo, 0,5% do custo de todo projeto licenciado e em operação no território goiano. O Parque de Terra Ronca, no nordeste do estado, com 35 mil hectares, tem dentro dele mais de duzentos fazendeiros desmatando, plantando e queimando.
O interesse em extinguir a Agência (autarquia da administração indireta, dotada "autonomia administrativa" legal, mas na prática, inexistente) foi eliminar de vez esta contradição. E mais, se apropriar do único recurso que ainda era administrado pela autarquia: aquele oriundo da TFAGO (Taxa de Fiscalização Ambiental de Goiás), implementada em 2003 e que arrecadou uma média mensal de um milhão de reais no período 2003-2007 e era aplicado diretamente pela agência. Ressalte-se que o estado de Goiás é o único da federação que implementou a TFAGO, em parceria com o Fórum de Entidades Empresariais. Esta fonte de recurso bancava, desde 2003, a administração não só do órgão "executor" (Agência), mas também do "formulador" (Semarh) da política estadual de meio ambiente. Agora, os recursos ambientais serão aplicados no controle do déficit público. Afinal, se uma centena de "autoridades-tutoras", dotadas de regalias e garantias, não fazem valer a aplicação constitucional de recursos orçamentários na área da atenção primária à saúde, por que se preocupar com aplicação no meio ambiente? Ora, os recursos ambientais devem financiar o déficit público. Esta é a notícia a ser comemorada neste Dia Mundial do Meio Ambiente."

Nova maquiagem

E agora o Ambiente e etc. também está de cara nova! Pra melhor né! Espero que tenham gostado! Estou tentando sempre melhorar!

Amazônia teve 1.123 km² de desmatamento em um mês

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Esse foi o desmatamento observado na Floresta Amazônica em abril, segundo dados do sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), apresentados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) na segunda-feira (2/6).
Do total da área em que se verificou corte raso ou degradação progressiva, 794 km², ou 70,7%, estavam no Mato Grosso. Roraima aparece em seguida na relação dos estados da Amazônia Legal com mais desmatamento, com 284,8 km².
Segundo o Inpe, o sistema havia registrado 112 km² de desmatamento no Mato Grosso em março, mas em período em que 78% da Amazônia estava coberta de nuvens, sendo que 69% do estado não pôde ser observado pelos satélites – a cobertura de nuvens costuma variar muito de um mês para outro, assim como a localização das áreas encobertas.
Do total verificado pelo Deter em abril, 53% da Amazônia esteve sob nuvens, mas apenas 14% do Mato Grosso ficou encoberto. Isso indica que a oportunidade de observação no estado aumentou muito de março para abril.
De agosto de 2007 a abril deste ano, o sistema identificou 5.850 km² de área desflorestada. Entre agosto de 2006 e julho de 2007, um intervalo de tempo maior, foram 4.974 km².
Em operação desde 2004, o Deter foi concebido como um sistema de alerta para suporte à fiscalização e ao controle de desmatamento. São mapeadas tanto áreas de corte raso como áreas em processo de desmatamento por degradação florestal.
De acordo com o Inpe, é possível detectar apenas polígonos de desmatamento com área maior que 25 hectares por conta da resolução dos sensores espaciais (o Deter utiliza dados do sensor Modis do satélite Terra/Aqua e do sensor WFI do satélite CBERS, com resolução espacial de 250 metros). Devido à cobertura de nuvens, nem todos os desmatamentos maiores que 25 hectares são identificados pelo sistema.

Mais informações: INPE


Fonte: Portal do Meio Ambiente


É um absurdo o que estão fazendo com o dito "pulmão do mundo", que daqui a pouco vai deixar de ser... Tudo por causa do maldito dinheiro... Infelizmente, como todas as outras, a Lei de Crimes Ambientais não é cumprida. Que vergonha!