Uma hora pela Terra

sábado, 29 de março de 2008



A iniciativa começou no ano passado, em Sydney (Austrália): no dia 31 de março de 2007, às 8 da noite, 2,2 milhões de pessoas e 2.100 empresas resolveram chamar a atenção para o aquecimento global apagando suas luzes - cuja energia é gerada a partir da queima de carvão - durante uma hora.

O feito gerou uma redução de 10,2% no gasto energético da cidade durante a manifestação e, se tivesse sido repetido todos os dias, nos últimos 12 meses, a contribuição para a redução do aquecimento global seria equivalente a deixar 48.616 carros fora de circulação por um ano.

Mas mais do que resultados práticos, com a adesão de pontos estratégicos de Sydney, como a Torre Harbour e a Casa de Ópera, e com eventos marcados para o horário sendo realizados à luz de velas, a idéia chamou a atenção de outros lugares do mundo, serviu de inspiração e tomou proporções globais.

Este ano, o Earth Hour - iniciativa do WWF-Austrália com o apoio da Rede WWF - deve acontecer em 24 países, neste sábado, 29 de março. Segundo o Tree Hugger , tirando a Austrália - onde um em cada 420 habitantes deve aderir ao movimento -, o Canadá é o país mais empolgado: enquanto, nos EUA, uma em cada 5.347 pessoas vai apagar as luzes, um em cada 606 canadenses resolveu aderir à causa.

Desta vez, o Brasil não vai participar oficialmente do Earth Hour. Segundo a WWF-Brasil, a equipe no país ainda é muito pequena e não teve condições de desenvolver ações para mobilizar a população, mas apóiam o evento e incentivam as pessoas que quiserem participar.

“A mensagem para os brasileiros que participarem do Earth Hour é um pouco diferente da mensagem para os europeus”, afirma Karen Suassuna, técnica em mudanças climáticas e energia da WWF-Brasil. “A energia a partir da água é renovável, mas as hidrelétricas desalojam pessoas e inundam grandes áreas. Em 2001, tivemos uma boa lição de que não podemos desperdiçá-la”. Segundo Karen, a ação é, acima de tudo, um sinal coletivo de que as pessoas estão preocupadas com o assunto: “O intuito é dizer que queremos fazer a diferença para o meio ambiente nos níveis em que precisamos atuar”.

Ao contrário de muitos países do mundo que utilizam combustíveis fósseis para produzir energia elétrica, no Brasil, 85% é de fonte hidroelétrica, que produz muito menos CO2. Dessa forma, nossas luzes apagadas não contribuiriam tanto para a redução do aquecimento global quanto as de outros países. No entanto, pode ser um alerta para o aumento, nos últimos anos, do número de termelétricas e usinas a carvão e gás natural construídas em nosso país.


No site oficial do Earth Hour, há um incentivo para que iniciativas semelhantes sejam organizadas isoladamente pelo mundo, durante o ano. Existe até um arquivo que pode ser baixado no site e ensina como fazer isso ( confira ).

Ainda de acordo com o site, o Earth Hour é apenas o destaque de uma campanha muito maior, que quer incentivar empresas, comunidades e pessoas a tomar medidas simples para reduzir a emissão de gases que contribuem para o efeito estufa: como apagar as luzes quando os escritórios estiverem vazios ou desligar os aparelhos em vez de deixá-los no standby.

Seguindo o exemplo dos canadenses, que arranjaram uma música-tema para a manifestação, apague as luzes, hoje, às 20:00h, você também. Afinal, sábado à noite tudo pode mudar!

Fonte:Planeta Sustentável

Tô ficando chique...

quinta-feira, 27 de março de 2008


Recebi mais um selo, do Arthur, do blog Via Paralela... Obrigada mesmo! Conheci o blog dele a pouco tempo e já ganhei um prêmio!!!

Depois de muito pensar, vi que não tenho outra alternativa, senão presentear mais uma vez a minha professora de italiano, com o blog Ecco! . Esse selo ela merece.

O 1º selo a gente nunca esquece...

terça-feira, 25 de março de 2008


Hoje meu dia está mais feliz pois recebi da Bruna Bites, do blog "Esse é Bom", o selo ESSE BLOG NÃO SAI DA MINHA CABEÇA. Muito obrigada, Bruna, pelo agrado e por gostar do meu blog.
Pensei muito para indicar os blogs que merecem esse selo, vamos lá:
Eu e minhas versões da Pathy Pimentinha;
Mude o Mundo do Fabio Yabu;
Ecco! da minha queridíssima professora de italiano Isabella Callia;
Ecotecnologia do Daniel Medeiros.
São blogs que visito freqüentemente e adoro ler!

Reciclagem de lâmpadas fluorescentes na Poli

segunda-feira, 24 de março de 2008



Nenhuma lâmpada fluorescente da Escola Politécnica (Poli) da USP é descartada com os resíduos comuns. O Programa Poli USP Recicla, junto com os zeladores dos prédios e eletricistas, sistematizou o processo de gestão de lâmpadas usadas. Para isso, implantou uma rede de coletores, treinou funcionários da limpeza e fez um trabalho de conscientização entre alunos, professores e funcionários. Todos foram orientados a entregar as lâmpadas aos zeladores, que são colocadas nos coletores dos prédios e recolhidas para reciclagem, evitando a contaminação por substâncias tóxicas.
Criado em 2005, o Poli USP Recicla realizou um diagnóstico da situação dos resíduos na Escola, verificando a quantidade de lixo gerada e as formas de descarte. “Normalmente, programas de coleta seletiva e reciclagem são iniciados com os resíduos mais comuns, como papel, plástico e vidro”, aponta a gestora ambiental, Patrícia Caixeta da Fonseca Franco, da equipe do programa.“Entretanto, o levantamento mostrou uma grande quantidade de resíduos perigosos misturados ao lixo comum, por isso paralelamente foi iniciado um trabalho específico”.

Coleta
O primeiro alvo do programa foram as lâmpadas fluorescentes. Além de serem um produto de uso comum, elas apresentam substâncias tóxicas em sua composição, como mercúrio e fósforo. “A administração da Poli já possuía um processo de reciclagem, e os eletricistas da unidade eram orientados a levarem todas as lâmpadas trocadas para o Serviço de Manutenção e Obras, onde eram encaminhadas para descontaminação por empresa especializada”, conta Patrícia. Porém, algumas pessoas, em função da pressa, faziam a troca por conta própria, sem chamar os eletricistas da Poli. “Com isso havia lâmpadas que não iam para a reciclagem, sendo descartadas com o lixo comum”. O Poli USP Recicla instalou sete coletores de lâmpadas fluorescentes, que atendem todos os prédios da unidade. Ao mesmo tempo, os funcionários da limpeza e zeladores dos prédios foram orientados para utilizar o sistema de coleta, depositando as lâmpadas e i nformando quando os coletores estiverem cheios. Um levantamento feito antes da implantação dos coletores a partir das saídas de material no almoxarifado da Poli mostra que das 2.687, 287 não retornaram para reciclagem.Depois das ações do programa, verificou-se que foram recicladas 2.406 lâmpadas, sete a mais do que as 2.399 saídas registradas do estoque. “A diferença mostra que a coleta também passou a incluir lâmpadas trocadas por conta própria”, ressalta Patrícia. “Agora, com o sistema de coleta implantado, será feita a qualificação da empresa que faz a descontaminação, para garantir que o descarte aconteça de forma ambientalmente correta”, completa a gestora ambiental.

Gestão
A próxima etapa do programa é a implantação da coleta de pilhas e baterias, outro tipo de resíduo perigoso e de uso comum. “No momento estão sendo adquiridos os coletores, que vão ser implantados simultaneamente com um trabalho de conscientização junto a professores, alunos e funcionários da Poli”, aponta Welson Barbosa, gestor do Poli USP Recicla. A coordenação geral do programa é feita pelo professor Vanderley Moacyr John, do Departamento de Engenharia Civil. Ao mesmo tempo, está em andamento um levantamento dos resíduos que oferecem riscos à saúde humana, gerados pelas atividades de ensino e pesquisa nos laboratórios da Poli. “Há muitas substâncias perigosas, como metais pesados, ácidos, bases e solventes, mas não há um detalhamento sobre a origem desses resíduos”, alerta Patrícia. “Muitos laboratórios acumulam essas substâncias porque a grande diversidade de resíduos gerada em pequena quantidade torna inviável a contratação de serviços especializados de descarte, problema que pode ser resolvido numa ação conjunta de toda a Escola”.Os números levantados pela equipe do Poli USP Recicla darão origem a um plano de gerenciamento de resíduos perigosos, que deverá ser colocado em prática no início do ano que vem.
A implantação do sistema, que inclui acondicionamento, armazenamento, tratamento e disposição final, será feita em duas etapas. “Primeiro, será feita a destinação do passivo, ou seja, dos resíduos que já estão armazenados”, explica a gestora ambiental. “A etapa seguinte é gerenciar o ativo, isto é, o resíduo que a Poli produz em seu dia-a-dia”. Mais informações sobre o Poli USP recicla estão no site http://www.poli.usp.br/recicla/

Escassez de água no planeta - aproveitando a deixa do Dia Mundial da Água

domingo, 23 de março de 2008

A água até cai do céu, mas é um recurso esgotável e raro em muitos lugares do mundo. Se, em apenas cinco minutos, você escovar os dentes com a torneira escancarada, 12 litros de água potável serão desperdiçados.







O alerta é da ONU, que já traça um cenário atual bastante difícil: mais de 1 bilhão de pessoas - cerca de 18% da população mundial - estão sem acesso a uma quantidade mínima de água de boa qualidade para consumo.
A questão é que, mantidos os atuais padrões de consumo e de danos ao meio ambiente, o quadro pode piorar muito e rapidamente: calcula-se que, em 2025, dois terços da população global - 5,5 bilhões de pessoas - poderão ter dificuldade de acesso à água potável; em 2050, já seria cerca de 75% da humanidade.
O drama diz respeito à sede e à escassez de água para cozinhar, tomar banho e plantar, mas também à disseminação de doenças causadas pela ausência de tratamento da água, como diarréia e malária.


DESIGUALDADES: Se considerarmos todo o planeta, veremos que a distribuição de água doce na natureza é desequilibrada entre as várias regiões. Alguns países dispõem de mais água do que seus habitantes necessitam, enquanto outros estão situados em regiões extremamente secas, como o norte da África, o Oriente Médio e o norte da China.
Canadá, Islândia e Brasil são países favorecidos pela natureza em relação à água potável. Esse desequilíbrio faz com que um canadense possa gastar até 600 litros de água por dia e um africano disponha de menos de 30 litros diários para beber, cozinhar, fazer a higiene, irrigar plantações e sustentar rebanhos.
Nas regiões mais secas da Terra, as populações locais vivem numa situação que se convencionou chamar de "estresse hídrico". Trata-se de uma combinação de fatores ambientais (como a falta de chuvas) e socioeconômicos (alto crescimento demográfico) que resulta em pessoas demais e água de menos. Isso nem sempre ocorre, porém, em razão da falta de recursos hídricos.
A África Subsaariana, por exemplo, é atravessada por grandes rios, e seu índice pluviométrico anual é considerado alto. No entanto, os países da região, entre os mais pobres do mundo, não possuem infra-estrutura para aproveitar mais que 3,8% da vazão total de seus rios.


MÁ UTILIZAÇÃO: Uma das próximas vítimas mundiais do estresse hídrico pode ser a China, e num espaço de tempo curto: 20 anos. O país tem 20% da população mundial e 7% dos recursos hídricos globais. Metade das cidades chinesas já padece com a escassez de água.
No norte do país, mais árido, o lençol freático está exaurido; no sul, onde as fontes são mais abundantes, a poluição atinge os maiores rios. Para o Banco Mundial, caso a China continue a crescer demográfica e economicamente como hoje, 30 milhões de chineses estarão sem água em 2030.
A principal causa da escassez de água potável é o mau uso. Estima-se que, de cada 100 litros de água própria para consumo, 60 se percam em razão de maus hábitos ou de distribuição ineficiente.

Um dos exemplos mais gritantes é o do Mar de Aral, na Ásia, que perdeu três quartos de volume de água por causa de projetos desastrosos de irrigação.
A agropecuária é a atividade que mais consome água no mundo. Calcula-se que as plantações respondam por 69% de seu uso. A indústria utiliza 21% e o consumo doméstico responde por 10%.


USO CONSCIENTE: Graças à popularização crescente da idéia do uso sustentável dos recursos naturais, há meios para reverter esse quadro. Medidas simples e ao alcance de todos, como reduzir o tempo de banho e fechar a torneira ao escovar os dentes ou ensaboar a louça, podem resultar em até um terço de economia na utilização doméstica.
As mudanças no uso econômico, tanto agrícola quanto industrial, também podem cortar o consumo. Parte importante, porém, cabe aos governos, responsáveis por investimentos para resolver problemas estruturais.
Os vazamentos na rede de fornecimento drenam boa parte da água tratada. Há estimativas de que, em certos países, até 70% da água que sai dos reservatórios não chegue às torneiras, escoando por encanamentos mal conservados.
No Brasil, calcula-se que essa perda fique em 45%. A ampliação das estações e redes de tratamento de água é outro aspecto básico para fazer frente ao aumento do consumo. Afinal, do início ao fim do século XX, o uso humano de água aumentou seis vezes no mundo, sob o dobro do crescimento da população no mesmo período.


BRASIL EM BERÇO ESPLÊNDIDO: O Brasil é privilegiado com relação aos recursos hídricos: 12% da água doce superficial do planeta corre em rios nacionais. Esse percentual é o dobro de todos os rios da Austrália e da Oceania; 42% superior aos da Europa; e 25% a mais do que os do continente africano.
Claro que, como ocorre em outros lugares, esses recursos estão geograficamente mal distribuídos. A região amazônica, na qual vivem apenas 5% dos brasileiros, acumula 74% de toda a água nacional.
A boa situação do país também se repete com relação às águas subterrâneas, os aqüíferos. Ao todo, o país dispõe de 27 aqüíferos, sendo o principal o Guarani, neste caso, localizado sob as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste.
Mesmo assim, há problemas de longa data nunca resolvidos. O principal diz respeito ao abastecimento de água para parte da população do semi-árido nordestino. Nos últimos anos, a situação tem melhorado graças ao uso de carros-pipa e à construção de açudes e de cisternas.
Além disso, o governo federal começou as obras para a transposição das águas do rio São Francisco. A obra, porém, é polêmica: para seus defensores, vai garantir o abastecimento de água para populações em zonas críticas de seca; para os críticos, poderá prejudicar seriamente o São Francisco.


Loucos por cachorro

quarta-feira, 19 de março de 2008

"A espécie humana e todo reino animal, enquanto criaturas do onipotente, têm um pouco de divino, e por conseqüência, o homem, dotado de inteligência, raciocínio e discernimento, tem a missão sublime de cuidar de si e proteger os animais."

Esse comercial é tudo de bom... amantes de cachorros: deleitem-se!!!!


Só mais uma mensagem...

terça-feira, 18 de março de 2008


Mutirão Azul

quinta-feira, 13 de março de 2008


No próximo dia 22 de março, comemora-se o Dia Mundial da Água. O Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria do Meio Ambiente realizará mais um Mutirão Ambiental no dia 19 de março, intitulado “Mutirão Azul – Água na Medida Certa!”, com lançamento no Parque Villa-Lobos, às 11h00. O objetivo é ampliar a conscientização da população sobre a necessidade da preservação da água.
A cenografia será toda voltada à temática do uso racional da água. Na entrada do Parque será instalado um portal e no percurso até a a tenda principal teremos uma exposição fotográfica dos Comitês de Bacias Hidrográficas. A tenda comportará "Teatro", "Praça da Água" (circuito da água através dos elementos: chuva, rio, lençol freático, represa, evaporação e guarda-chuva do futuro), "Despoluindo o Rio", apresentação do carro laboratório e de uma maquete das Bacias Hidrográfias.
Serão distribuidos 2.000.000 (dois milhões) de flyers informativos para todo o Estado sendo 700.000 distribuídos nos pedágios sob concessão do DER, DERSA e Ecovias. Serão afixadas faixas e painéis nas principais rodovias, cartazes em algumas empresas de ônibus e suas frotas. As crianças usarão bandanas e os monitores estarão uniformizados com camisetas e bandanas do Mutirão.
Parceiros: FNAC, Drogaria São Paulo, Banco Nossa Caixa Nosso Banco, Mundo Verde, CPTM, Metrô, EMTU, Shoppings D, Aricanduva, Penha, Center 3, West Plaza, Plaza Sul, Viação 1001, Editora Abril, e estamos em contato com Mc' Donalds e Habbib's.
Mais informações no site da Secretaria do Meio Ambiente

Projeto italiano põe em circulação o que antes iria para o lixo

terça-feira, 11 de março de 2008



Nem tudo o que se joga fora é lixo: muitas coisas que descartamos por falta de uso ou de espaço ainda podem ser utilizadas. Pensando nisso, três estudantes de design em Veneza criaram o projeto Rifi uto con Affetto - "rejeitado com afeto". Elas modificaram um contêiner de lixo comum colocando prateleiras internas e duas portas transparentes na parte da frente para deixar tudo à vista, como numa vitrine. Lá dentro são deixados objetos, roupas, sapatos que ficam à disposição de quem passa e ganham uma segunda chance ao serem escolhidos por alguém.
Já houve quem encontrasse uma impressora em ótimo estado e quem levasse paracasa um belo par de botas. Roberta Bruzzechesse, uma das criadoras do projeto, explica o objetivo: "Estimular uma refl exão individual sobre o desperdício, fazer com que as pessoas pensem se acumulam objetos por necessidade ou por imposição da indústria". A prefeitura apoiou a idéia permitindo que os contêineres fossem colocados em alguns pontos de Veneza, e a população recebeu instruções de como usá-los. Agora espera-se que essas vitrines se espalhem por toda a cidade e, quem sabe, pela Itália. Enquanto a idéia não pinta por aqui, você pode refletir sobre o que anda jogando fora. Será mesmo que não pode interessar a alguém?


Fonte: Planeta Sustentável

L'amour

domingo, 9 de março de 2008

Hoje vou mudar um pouco o assunto: Em minhas navegadas pela internet encontrei esse curta metragem animado incrível que me fez lembrar meus tempos de colégio... quanta nostalgia... a língua francesa é maravilhosa e sinto saudades de quando estudava.
O vídeo expressa perfeitamente o amor com seus ciúmes, brigas e prazeres. E a música é lindíssima, cantada por Edith Piaf e Theo Sarapo!





A QUOI ÇA SERT L'AMOUR? (Pra que serve o amor?)

A quoi ça sert, l'amour ?
On raconte toujours
Des histoires insensées
A quoi ça sert d'aimer ?

L'amour ne s'explique pas !
C'est une chose comme ça !
Qui vient on ne sait d'où
Et vous prend tout à coup.

Moi, j'ai entendu dire
Que l'amour fait souffrir,
Que l'amour fait pleurer,
A quoi ça sert d'aimer ?

L'amour, ça sert à quoi ?
A nous donner d'la joie
Avec des larmes aux yeux...
C'est triste et merveilleux !

Pourtant on dit souvent
Que l'amour est décevant
Qu'il y a un sur deux
Qui n'est jamais heureux...

Même quand on l'a perdu
L'amour qu'on a connu
Vous laisse un gout du miel -
L'amour c'est éternel !

Tout ça c'est très joli,
Mais quand tout est fini
Il ne vous reste rien
Qu'un immense chagrin...

Tout ce qui maintenant
Te semble déchirant
Demain, sera pour toi
Un souvenir de joie !

En somme, si j'ai compris,
Sans amour dans la vie,
Sans ses joies, ses chagrins,
On a vécu pour rien ?

Mais oui! Regarde-moi !
A chaque fois j'y crois !
Et j'y croirait toujours...
Ça sert à ça l'amour !

Mais toi, tu es le dernier !
Mais toi' tu es le premier !
Avant toi y avait rien
Avec toi je suis bien !

C'est toi que je voulais !
C'est toi qu'il me fallait !
Toi que j'aimerais toujours...
Ça sert à ça l'amour !





Pra que serve o amor?
A gente conta todos os dias
Incessantemente histórias
Sobre a que serve amar?

O amor não se explica
É uma coisa assim
Que vem não se sabe de onde
E te pega de uma vez

Eu, eu escutei dizer
Que o amor faz sofrer
Que o amor faz chorar
Pra que se serve amar?

O amor, serve pra que?
Para nos dar alegria
com lágrimas nos olhos
É uma triste maravilha

No entanto, dizem sempre
Que o amor decepciona
Que há um dos dois
Que nunca está contente

Mesmo quando o perdemos
O amor que conhecemos
Nos deixa um gosto de mel
O amor é eterno

Tudo isso é muito lindo
Mas quando acaba
Não lhe resta nada
Além de uma enorme dor

Tudo agora
Que lhe parece "rasgável"
Amanhã, será para você
Uma lembrança de alegria

Em resumo, eu entendi
Que sem amor na vida
Sem essas alegrias, essas dores
Nós vivemos para nada

Mas sim, me escute
Cada vez mais eu acredito
E eu acreditarei pra sempre
Que é pra isso que serve o amor

Mas você, você é o último
Mas você, você é o primeiro
Antes de você não havia nada
Com você eu estou bem

Era você quem eu queria
Era de você que eu precisava
Eu te amarei pra sempre
E a isso que serve o amor.

Criado carro esporte que não emite poluentes

quinta-feira, 6 de março de 2008



Um carro esporte que chega à velocidade de quase 150 km por hora e não emite dióxido de carbono será apresentado na Feira de Automóveis de Genebra, na Suíça, entre 6 e 16 de março.
O Lifecar, movido a hidrogênio, produz muito pouco barulho e apenas vapor d’água de seu exaustor.
O automóvel, desenvolvido por um consórcio de empresas e universidades britânicas, usa células de combustível avançadas e um sistema de armazenamento de energia que dá ao carro autonomia de 400 km por tanque de hidrogênio.
Os fabricantes afirmam que o carro deve ter capacidade de aceleração de 0 a 96 km/h em apenas sete segundos, mas a aceleração precisa só será conhecida quando o carro fizer seu primeiro test drive, marcado para depois da feira.
O projeto de 1,9 milhão de libras esterlinas (quase R$ 6,4 mi), parcialmente financiado pelo governo britânico, levou quase três anos para ser concluído.
“O conceito básico era construir um carro esporte para lazer e divertimento, que funcionasse como uma vitrine da tecnologia e tivesse capacidade de correr 240 km por galão”, disse à BBC Matthew Parkin, da fabricante de carros esportes clássicos Morgan - cujo modelo Morgan Aero-8 inspirou o design do Lifecar.
As células do Lifecar produzem cerca de 22 kilowatts – aproximadamente um quinto da força de um típico motor de combustão.
Quando o carro precisa acelerar ou subir uma montanha ele puxa força extra de um banco de ultra-capacitadores alinhados no centro do carro.
O carro é movido por uma série de células leves de combustível de hidrogênio desenvolvidas pela empresa britânica Qinetiq.
“Eles são como uma bateria, mas não estocam tanta energia e permitem que esta energia seja liberada muito mais rápido”, explica Ian Whiting, da Qinetiq.
Eles são carregados por um sistema de frenagem regenerativa que diminui a velocidade do carro convertendo a energia cinética em energia elétrica.
“Os carros híbridos já usam esse sistema de frenagem regenerativa – normalmente ele devolve cerca de 10% da energia”, disse Parkin. “O objetivo do Lifecar é obter um retorno de 50%.”
Para ser eficiente e ter bom desempenho, o carro precisa ser leve, como explica Parkin, e como resultado, o automóvel tem chassi de alumínio e um interior leve, de madeira, inclusive os assentos.
O carro também não tem nenhum “luxo”, como sistema de som, tranca central ou mesmo airbags.
“O objetivo era manter o peso em, no máximo, 700 kg.”
O carro também não tem caixa de câmbio ou o ronco de um motor, já que as células de combustível produzem pouco barulho.
Apesar das baixas emissões de gases poluentes, os críticos de carros movidos a hidrogênio afirmam que eles usam grande quantidade de eletricidade, produzida atualmente em usinas que queimam combustíveis fósseis e, portanto, não beneficiam o meio ambiente.
Além disso, há pouca infraestrutura para recarregar os veículos.
Por enquanto, o Lifecar é um conceito, mas a Morgan não descarta a produção do automóvel para o mercado no futuro, caso ele tenha boa aceitação do público.


Fonte: IBPS




Dica do dia: Sofrer em engarrafamento para ir ao banco e depois testar a paciência numa fila interminável são coisas do passado. Faça uso da tecnologia, colocando em dia todas as suas transações financeiras pela internet, sem sair do conforto de casa.

Cimento ecológico

domingo, 2 de março de 2008



Qual obra não utiliza cimento? O problema é que essa indústria responde por quase 5% das emissões mundiais de gás carbônico. Isso ocorre porque o processo de produção de cada tonelada de clínquer (seu principal componente) libera na atmosfera a mesma quantidade de CO2. A saída para combater tamanho impacto no aquecimento global é reduzir a porcentagem desse ingrediente na fórmula. Isso já acontece com o CPIII, tipo de cimento que substitui parte do clínquer por escórias de siderúrgicas, material nobre que sobra da fusão de minério de ferro, coque e calcário.
Disponível principalmente na região Sudeste, onde estão os fabricantes de aço, o produto reaproveita 70% do resíduo gerado pelas siderúrgicas. "Além dessas vantagens ambientais, o CPIII tem maior durabilidade e é mais barato do que os demais", afirma a arquiteta Flávia Malacarne, gerente de qualidade em sustentabilidade da Sustentax, consultoria em greenbuilding.

É um cimento de uso geral, compatível com todas as etapas da obra. Mas pouca gente sabe que ele é mais resistente, estável e impermeável em relação ao cimento comum, pois seu processo de hidratação ocorre mais lentamente. E, como demora mais para curar, o CPIII previne fissuras térmicas. Tais características o tornam ideal para fundações, lajes e pilares. Para preservar suas qualidades, a cura, ou secagem, deve ser feita com mais água e acompanhada com atenção.

O CPIII existe no Brasil desde 1952, mas, até pouco tempo atrás, era alvo de preconceito dos construtores por conter resíduos industriais. No entanto, suas vantagens ambientais vêm mudando esse quadro e hoje ele já representa mais de 17% do consumo de cimento no Brasil. Na região Sudeste, as principais cimenteiras fabricam o produto: Votorantim, Holcim, Camargo Corrêa, Lafarge e João Santos. Vale lembrar que no Sul os grandes fabricantes produzem o cimento pozolânico (CPIV), que emprega resíduos das termoelétricas e tem desempenho semelhante ao do CPIII.



Dica do dia: Não há nada mais fora de moda que usar a mangueira de água para varrer a calçada, a chamada “vassourinha hidráulica”. Em 15 minutos, 280 litros de água escorrem para o ralo inutilmente. Espante a preguiça, pegue a vassoura, junte a sujeira, recolha com a pá e só depois enxágüe o chão.